Santa Catarina recebe cursos presenciais em ouvidoria para servidores públicos

A Política de Formação Continuada em Ouvidorias (Profoco), coordenada pela Ouvidoria-Geral da União, divulgou o calendário geral de cursos presenciais para 2018. Em Santa Catarina serão oferecidos os cursos: Defesa do Usuário e Desburocratização, Tratamento de Denúncias em Ouvidoria e Práticas de Atendimento ao Cidadão em Ouvidoria. As atividades acontecerão entre os meses de abril e setembro, em parceria com Escola de Administração Fazendária (Esaf). A duração de cada curso é de 20 horas.

A capacitação é voltada a servidores e empregados públicos que atuam em ouvidorias e serviços de informações ao cidadão, tanto na União quanto nos Estados, no Distrito Federal e nos municípios. O objetivo é oferecer conhecimentos específicos e práticos necessários ao atendimento de qualidade do cidadão, ao tratamento das manifestações e pedidos de acesso à informação e a aspectos de gestão aplicados às ouvidorias públicas, possibilitando a contínua melhoria dos serviços públicos prestados. 

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Inscrições

Os conteúdos de todos os cursos foram reformulados e atualizados em 2018. É importante de considerar o prazo de inscrição para cada curso e as regras para o preenchimento de vagas

Agenda regional

5 a 7 de junho – Florianópolis – Defesa do usuário e desburocratização

25 a 27 setembro – Florianópolis – Práticas de atendimento ao cidadão

6 a 8 de novembro – Florianópolis – Tratamento de denúncias em ouvidoria

Agenda nacional

Ao todo, serão oferecidas 40 capacitações em todos os Estados e no Distrito Federal. Para visualizar a agenda nacional completa, clique aqui.

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CGU conclui capacitação em tribunais de contas sobre monitoramento de despesas

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) – por meio do Observatório da Despesa Pública (ODP) – concluiu, na última sexta-feira (28), em Brasília (DF), a etapa de capacitação dos tribunais de contas estaduais e municipais. A iniciativa foi realizada em continuidade à expansão da metodologia da CGU sobre monitoramento e análise contínua dos gastos públicos. A Rede ODP conta, a partir de agora, com 21 tribunais de contas.

Em três semanas de capacitação, foram treinados 66 servidores de 20 cortes de contas que atuarão nas Unidades de Informações Estratégicas (UIEs). Estes servidores agora têm atribuição de produzir conhecimentos, a exemplo de trilhas de auditoria e cruzamento de dados, que permitam às autoridades competentes, nos níveis estratégico, tático e operacional, adotar decisões que resultem em aumento da efetividade das ações de controle externo.

Além dos tribunais de contas, também foram capacitados servidores das unidades regionais da CGU no Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Essas unidades atuarão como interlocutoras do ODP nos estados. Após a conclusão dessa etapa, o Estudo Temático Compras Governamentais terá início no dia 31 de julho, com previsão de apresentação dos resultados em março de 2018.

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Foto: Ascom/CGU

Rede ODP

Atualmente, a Rede ODP é composta pelos Observatórios da Despesa Pública (ODPs) do controle interno do Governo Federal (CGU), estaduais (CGEs), municipais (CGMs) e do controle externo (tribunais de contas). A ação conta, ainda, com 42 integrantes em todo o país, em diferentes estados da federação, visando a integração de metodologias, bem como o intercâmbio de experiências, informações e tecnologias, de forma a incrementar as ações de prevenção e combate à corrupção e de monitoramento das despesas públicas.

Com informações da ASCOM/CGU

CGU oficializa integração com as normas do Instituto Global de Auditoria Interna

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geralda União (CGU) acaba de anunciar a publicação do novo Referencial Técnico da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal, aprovado por meio da Instrução Normativa CGU nº 03/2017. O novo padrão, atualizado após16 anos, fornece as diretrizes e os requisitos fundamentais para a prática da profissão no País no âmbito do Poder Público federal.

A nova norma de conduta técnica e ética foi elaborada pela CGU tendo como base as disposições do IPPF – sigla em inglês para Estrutura Internacional de Práticas Profissionais – considerado como a ‘Bíblia’ da profissão, instituído pelo The IIA – The Institute of Interna Auditors, a principal instituição de auditoria no mundo.

Segundo Gustavo de Queiroz Chaves, diretor de planejamento e coordenação das ações de controle da CGU, os motivos que levaram a criação da nova norma foram as grandes alterações de contexto no ambiente corporativo em empresas públicas e privadas, decorrentes das diversas ondas de inovações tecnológicas e culturais nas últimas décadas. “O novo referencial de auditoria traz fatos novos à legislação. As respostas são significativas para o avanço da atividade de auditoria interna, ao incluir a possibilidade de prestação de serviços de consultoria e reforçar o papel do auditor interno no aprimoramento e fortalecimento, pela Administração, dos processos de gestão de riscos, controles internos e governança”, ressalta.

Entre as principais exigências da nova norma, destaca-se a necessidade de que a auditoria interna esteja alinhada ao propósito de agregar  valor à gestão e melhorar a eficácia dos processos de governança, gerenciamento de riscos e de controles internos.Também reforça os valores éticos a serem seguidos pelos auditores e os requisitos de independência das unidades de auditoria interna do PoderExecutivo Federal.

Para Fabio Pimpão, diretor de certificações do IIA Brasil  (Instituto dos Auditores Internos do Brasil), entidade filiada ao The IIA e responsável pela promoção do IPPF no país, a escolha da CGU gerará resultados práticos extremamente positivos. “O IPPF é uma ferramenta de gestão que foi desenvolvida pelas mentes mais excepcionais do mundo da auditoria, com a ajuda de mais de 180.000 associados de quase 190 países. Ao utilizar o IPPF o departamento de auditoria garante maior independência e objetividade, agregando mais valor para o setor público”, alerta.

O novo Referencial Técnico foi publicado no Diário Oficial da União no último dia 12 de junho e entra em vigor 180 dias após sua publicação. A norma abrange a Secretaria Federal de Controle Interno da CGU; as Secretarias de Controle Interno da Presidência da República, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Defesa e suas unidades setoriais; e as unidades de auditoria interna singulares, incluindo as de empresas estatais e de autarquias federais.

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Foto: Ascom/MTFC

Com informações do IIA Brasil