PERFIL: “Trabalho com as pessoas que gosto, fazendo o que gosto”

DSCN0302Com muito bom humor e objetividade, o Auditor Interno do Poder Executivo Cícero Alessandro Teixeira Barbosa conta como chegou ao cargo de gerente de Despesas de Custeio, da Diretoria de Auditoria Geral (DIAG). A trajetória começou no curso Engenharia Mecânica, passou pela graduação em Educação Física e terminou no bacharelado de Direito. “A vida é feita de testes e de riscos”, justifica.

Foi bancário, trabalhou na Caixa Econômica Federal por 18 anos. Passou pelos cargos de caixa, avaliador de jóias e gerente. “Mas, eu sabia que ali não seria o meu fim. Ou, talvez, fosse. Se eu continuasse lá, morreria de certeza”, brinca. Mesmo no banco, sempre teve o espírito de liderança, de assumir as responsabilidades e resolver conflitos. Inclusive, como gerente de atendimento, abraçou uma das áreas mais complicadas de uma instituição financeira: cuidar dos caixas, do atendimento eletrônico, do seguro desemprego e FGTS.

Precisou administrar situações adversas e complicadas, que vão desde a venda de bens penhorados sem autorização até o famoso golpe do bilhete premiado. “Eu aprendi a gerir pessoas e gostei disso”, considerou. Chegou a ser chamado para concorrer ao cargo de gerente geral em Biguaçu (SC), mas, com foco definido, sabia que não era o seu caminho.

Começou se preparar para concursos e, antes de chegar à Fazenda, estudou muito para ser procurador do Estado e, pensou até, em seguir carreira na magistratura estadual. Quase foi aprovado, também, para o cargo de delegado federal, entretanto fora do número de vagas. Mas, foi durante as férias com a família, em 2005, que ficou sabendo da aprovação no concurso para a Auditoria Geral.

Da posse, ficou registrado o pedido de auxiliar o governo nas suas múltiplas atividades. “O Estado precisa de pessoas que orientem e ajudem a fazer o mais correto possível dentro da administração pública”, explica. Com isso, vê o cargo que ocupa como um serviço que presta e não apenas como chefia. “Somos colegas, passamos no mesmo concurso e temos a mesma competência e capacidade”, esclarece.

Para ele, é preciso usar o conhecimento das várias áreas técnicas para ajudar os administradores a fazerem um bom trabalho. “Não adianta apontar as irregularidades e criar apenas obstáculos, pois a sociedade não quer saber dos problemas burocráticos. Ela quer que aconteça”, enfatiza, ao apontar a necessidade de incorporar a ideia de assessorar, cada vez mais à rotina.

Cícero é dinâmico até na origem: nasceu no Piauí, mas como o pai era militar e foi transferido, ele é registrado em São Paulo como nascido em Minas Gerais. “Considero-me um catarinense, já que cheguei aqui um guri, em 1973”, reforça. Casou-se em 1989. Hoje, pai de uma menina de 11 anos, está realizado. “Não imagino minha vida sem elas”, resume.

Se dedica também à música, já que é autodidata e toca saxofone. “Acho que o pessoal gosta, já que me chama para tocar e não manda parar”, acredita. Para o futuro, ele quer incluir no dia-a-dia cada vez mais atividades prazerosas. Por isso, pretende, em breve, jogar tênis.

“A vida pra mim é uma coisa espetacular. Trabalho com as pessoas que gosto, fazendo o que gosto. E tenho muito orgulho de ser um auditor interno do Estado”, finaliza.

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