PERFIL: Os três primeiros meses na Fazenda da Capital

AndréO conhecimento na iniciativa privada e na área pública faz com que o Auditor Interno do Poder Executivo André Luiz de Rezende esteja preparado para enfrentar os desafios à frente da Secretaria da Fazenda de Florianópolis. “A experiência como auditor interno me ajuda muito, pois aqui preciso estar atento às limitações legais, aos impactos que as decisões podem ter e às limitações da LRF”, afirma.

Natural do Rio de Janeiro (RJ), ele encontrou em Florianópolis alguns pontos em comum com a terra natal: o Verão, as praias, belezas naturais e o turismo. Mas, apesar disso, precisou de um ano para se adequar bem na cidade. “A adaptação no começo foi difícil. A vida deu uma desacelerada e o trabalho também”, explica. Hoje, ele já não quer ir mais embora.

Segundo Rezende, a experiência no Governo do Estado ajuda no dia a dia no controle das despesas, nos enquadramentos legais e nos cuidados para tomar as decisões. “Com certeza, aprendi lá e trago para o resto da minha vida”, reconhece.

Casado, ele espera o nascimento do segundo filho, que assim como o primeiro, nascerá em Florianópolis, no próximo mês. “Dois manezinhos”, destaca. No tempo livre, ele brinca, assiste desenho e vai ao parque. “Curto muito isso. Esperei pra ser pai e estou me dedicando”, justifica.

Formado em Administração de empresas, tem especializações na área corporativa e empresarial. À frente da secretaria municipal, Rezende percebe que as suas decisões estão muito perto da vida das pessoas. “Você está gerindo o caixa da prefeitura que é responsável por pagar a merenda escolar, o remédio nos hospitais. As coisas acontecem com muita celeridade”, concluiu. Neste sentido, Rezende percebe que as suas decisões estão muito próximas da vidas das pessoas, em razão disso precisam de muita agilidade.

Ele queria sair dos bancos, por isso começou a estudar para concurso. No primeiro momento, voltou sua atenção para a vaga de auditor fiscal da Previdência Social. Mas, acabou que essa prova não ocorreu. Foi aí que começou a fazer provas em vários lugares do Brasil, inclusive no Amazonas.

Hoje, na Prefeitura vai dando um passo de cada vez, buscando que a lógica financeira se espelhe no funcionamento de uma empresa privada “Tento me colocar como se eu tivesse trabalhando em uma empresa privada”, disse.

“Sempre que aceito um convite, eu aceito para trabalhar. Não vim para fazer pose de secretário, eu estou como secretário e assumo a função como um trabalho”, evidencia, ao mostrar que a rotina é intensa, com uma jornada que muitas vezes chega a 12 horas diárias.

Agora em outubro, Rezende participa de um curso no Japão, com outros 40 gestores municipais de todo mundo. Do Brasil, apenas ele e o secretário de João Pessoa (PB) embarcam para dez dias de treinamento.

Ele também é um apaixonado pelos estudos. Atualmente se dedica ao inglês e, mais recentemente, ao mandarim. “O chinês apesar de assustar, é mais fácil. O importante é a entonação das palavras”, experimenta.

Jaércio Bento 

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