CPI pesa na decisão da Celesc

Nem todas as aprovações dos nomes dos novos diretores da Celesc, feitas ontem pelo conselho de administração da companhia, foram consensuais como a do engenheiro Cleverson Siewert, para a presidência da companhia. A surpresa maior foi a aprovação do nome do ex-secretário de Comunicação do Estado Ênio Branco para a diretoria de Geração e Transmissão da estatal e não para o cargo de diretor de Relações com Investidores (RI) e Novos Negócios, como foi a indicação do governo. É que pelo fato de Branco ter sido citado em gravações utilizadas na CPI do Cachoeira, quando presidia a Celg, Centrais Elétricas de Goiás, os minoritários preferiram não colocá-lo numa diretoria estratégica como a de RI. Essa pasta exige muita comunicação com investidores e eles poderiam questionar as citações da CPI, embora nada tenha sido apurado contra ele. Além disso, pesou o fato de o atual diretor de RI, André Rezende, estar fazendo excelente trabalho. Segundo a ata da reunião, um dos conselheiros minoritários, Daniel Arruda, votou contra a destituição de Michel Becker da diretoria de Geração, e outro, Arlindo de Oliveira, se absteve. Outra discordância foi para a aprovação do funcionário Eduardo Cesconeto de Souza para a diretoria Comercial. Arruda e Oliveira votaram contra, alegando, em longa carta, que a indicação pelos empregados é irregular e em desacordo com a Lei Societária.

Fonte: Estela Benetti/DC

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