A hora da discórdia

A folha de pagamento da Secretaria de Estado da Saúde consome R$ 49 milhões ao mês, sendo R$ 6 milhões somente em hora-plantão paga aos servidores e outros R$ 4 milhões aos profissionais que ficam de sobreaviso. A estratégia do governo do Estado é não mexer no pagamento das horas extras dos cerca de 10 mil servidores para evitar que a categoria entre em greve neste momento.

O fato é que o governo precisará fazer um exercício financeiro para manter esta despesa, no momento em que enfrenta dificuldades com a queda na arrecadação. O problema (para o Estado) é que a categoria dá sinais em defesa da paralisação. A assembleia de hoje decide tudo. As negociações estão sob a coordenação do secretário-adjunto Acélio Casagrande enquanto Dalmo de Oliveira está de férias. Fonte: Visor

A PROPÓSITO

Dependendo do desempenho de Acélio Casagrande na condução deste impasse, a virtual greve da Saúde pode acelerar mudanças na pasta, a exemplo do que aconteceu na Educação durante a greve dos professores. Fonte: Rafael Martini/Visor/Diário Catarinense

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