Coluna – Pedro Herminio Maria

Estado na medida certa

As administrações que trabalham com planejamento perpassam gerações, diferentemente das que buscam o mercado a qualquer preço, tentando reinventar a roda. Os economistas apregoam: a euforia da década chega ao seu limite. Imitando as organizações privadas, os governos começam a repensar onde, como, quando e quanto investir ou aplicar os parcos recursos públicos. Diante desse quadro nebuloso, a Secretaria da Fazenda desenvolve um projeto onde se pretende estimar a quantidade de pessoas (efetivos, comissionados, terceirizados e estagiários) necessária ao cumprimento das competências legais do Estado. Não se tem notícia de literatura a respeito. Na falta de modelo para se espelhar, coube aos auditores de controle interno se debruçarem sobre dados de difícil acesso e com o tempo espremido na busca de resultados satisfatórios. O que esperam: automatização e informatização de trabalhos rotineiros, previsão da demanda de pessoal, estabelecimento de parâmetros para futuras contratações e adequação da força de trabalho aplicáveis à realidade do Estado.

Registre-se: Não haverá recomendação de corte de servidores. Os cargos em excesso serão extintos, quando vagarem. Escorados na pré-disposição da alta administração para implantar o novo modelo de gestão, a equipe se dedica para evitar erros aprimorando os acertos. Afinal, se o dito popular propaga que “é melhor prevenir do que remediar”, a Secretaria da Fazenda faz a sua parte, mais uma vez, com o projeto o Estado na medida certa. 

Operação cidadania
O desenvolvimento da sociedade traz consigo a exposição das feridas, fazendo com que as exigências cresçam de maneira desproporcional. E multiplicam-se. O governante que tem nas mãos as armas de controle da receita, luta para que seja aplicada de forma homogênea. É o que se espera. Já em relação à despesa, nem todos utilizam o método. E se assim não fizer distancia-se o erro do acerto. Espelhando-se no tripé das prerrogativas essenciais à sobrevida de um povo – saúde, educação e segurança – não é preciso ir muito longe para ver e sentir o quanto estão precárias.
Por aqui, uma operação desenhada e prevista para início de agosto, mas que por decisão governamental ficará para depois das eleições, mesmo autorizada pela Justiça Eleitoral.

Importância na participação

Será elaborada uma cartilha de orientação sobre o programa. As tarefas serão distribuídas pelas Secretarias Setoriais como, por exemplo: Educação – inclusão de jovem aprendiz; Agricultura – inclusão digital no meio rural; Planejamento – plantas nativas; Cultura, Esporte e Turismo – divulgação do turismo local; Assistência Social – qualificação profissional; Desenvolvimento econômico sustentável – educação ambiental; Segurança Pública – violência doméstica, primeiros socorros e segurança no trânsito; Infraestrutura – divulgação do Sistema de Acompanhamento e Controle de Obras Públicas; Defesa Civil – cartilha sobre desastres naturais e Fazenda – programa de educação fiscal. É importante a adesão da sociedade ao projeto.

Envolvendo municípios

Pelo programa participarão 36 municípios, contemplados nas Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDR). Nesse dia várias ações serão desenvolvidas a encargo das SDR’s e das Secretarias Setoriais tendo como parceiras: Prefeituras, Polícia Militar, Bombeiro, Pastoral da Saúde, Escoteiro, Grupo de idosos, SEBRAE, SENAC, SESC, Universidades e Escolar, Hemosc, etc.

Refletindo:

Não importa a área de atuação, a graduação ou a experiência. A curiosidade e a inquietação são as marcas de um talento”. Eugênio Mussak.

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