Rodrigo Stigger Dutra integra missão na Dinamarca com a organização Transparência Internacional

O auditor interno do Estado Rodrigo Stigger Dutra participa, em Copenhague, na Dinamarca, da etapa de formação do projeto “Integridade nos Estados brasileiros”. Nesta fase, representantes de sete unidades da Federação recebem treinamento em temas relacionados à luta contra a corrupção e à promoção da integridade. No programa, uma série de debates e treinamentos em temas relacionados à luta contra a corrupção e à promoção da integridade. Além, é claro, de encontros com agentes públicos locais e visitas as instituições para a troca de experiência.

Essa é a terceira missão internacional de Dutra, que já passou pela Croácia e Bulgária em 2016 e pela Indonésia em 2018. “Além de aprender muito com os excelentes colegas de várias partes do nosso Brasil, essa missão é particularmente importante para conhecer o modo de viver dinamarquês e assim melhor entender o poder da confiança para impulsionar o bem-estar social”, explica o servidor. A viagem que começou no dia 2 de dezembro termina no próximo dia 15.

O projeto é pilotado pela organizaçãoTransparência Internacional, com apoio do Projeto Diálogos Nórdicos e em parceria com embaixadas da Dinamarca. Para construir essa iniciativa, eles partiram de um fato: os estados brasileiros, em geral, ainda se encontram defasados no processo de avanço no arcabouço legal e institucional anticorrupção em comparação ao que se verificou no nível federal. Além disso, os Estados são os principais responsáveis pelo provimento de serviços públicos essenciais, como educação, saúde e transporte. Como a corrupção no nível local afeta diretamente o dia a dia de milhões de brasileiros, eles acreditam que é de suma importância somar os esforços dos governos estaduais a essa luta.

“Parabenizamos os governos que aceitaram o desafio. Eles se beneficiarão da cooperação internacional para enfrentar um dos problemas que hoje mais preocupam o cidadão brasileiro, que é a corrupção. Mas também se comprometem em serem avaliados de maneira independente, pois o nosso papel é prestar máximo apoio, trabalhar junto, mas também cobrar para que as ações realmente saiam do papel”, explica Guilherme France, coordenador de pesquisa da Transparência Internacional no Brasil. 

Em contrapartida, os estados participantes terão de apresentar, em 2020, planos de ação para o médio e longo prazo com as principais estratégias políticas e administrativas para implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas, reformas legais e institucionais para a promoção da integridade e transparência. Será necessário apontar ainda quais esforços serão mobilizados para que estes projetos sejam implementados e em que prazo se espera que isso aconteça. Os estados também devem se comprometer a adotar procedimentos de avaliação independente, recomendados pela Transparência Internacional. Além de Santa Catarina, participam do projeto as seguintes unidades da Federação: Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Rondônia.

“A Dinamarca é um dos países líderes em termos de confiança, transparência e engajamento cívico, sendo atualmente reconhecido como o país menos corrupto do mundo. Contudo, não queremos impor soluções ao Brasil – mais do que qualquer coisa, estamos aqui para inspirar. Achamos que certas coisas funcionaram bem na Dinamarca que podem servir de exemplo, mas a realidade brasileira é diferente. Essa troca de conhecimento entre o Brasil e a Dinamarca faz parte do caminho do Brasil em buscar soluções próprias e acredito que o seminário em Copenhague será uma experiência enriquecedora para os participantes”, aponta o Embaixador da Dinamarca no Brasil, Nicolai Prytz.

A Transparência Internacional é um movimento global que trabalha para que governos, empresas e o cotidiano das pessoas estejam livres da corrupção. Para eles, a luta contra a corrupção não é e nunca será um fim em si mesmo. É uma luta por justiça social, realização de direitos e paz. Através de uma presença em mais de 100 países, ele lidera a luta contra a corrupção no mundo. No Brasil, desde 2016, a organização possui uma estrutura própria formada por uma equipe executiva e um Conselho Deliberativo que atua em colaboração com o Secretariado em Berlim e os demais países onde a organização está presente.

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Na Dinamarca, representantes de sete estados brasileiros recebem treinamento em temas relacionados à luta contra a corrupção e à promoção da integridade (Foto: Divulgação)

Com informações de Diálogos Nórdicos e Transparência Internacional

Equipe do Sindiauditoria visita deputados estaduais para sensibilizar sobre a carreira de Auditor Interno

Uma equipe de Auditores Internos do Poder Executivo realizou uma série de visita aos deputados estaduais para sensibilizar sobre duas questões importantes. A primeira sobre o papel do Auditor Interno que trabalha diariamente no combate à corrupção, ou seja, evitar desvios de recursos, superfaturamento de obras, inadequada prestação de serviço e contratações irregulares. Para isso, eles distribuíram um documento que chama-se “O que faz um auditor interno?”, material que faz parte de uma campanha de comunicação lançada pelo Sindiauditoria este ano.

Em segundo lugar, as visitas tiveram como objetivo sensibilizar os parlamentares sobre os projetos de lei que devem entrar na pauta da Assembleia Legislativa. Um deles dispõe sobre a regulamentação e funcionamento da récem-criada Controladoria-Geral do Estado (CGE/SC), previsto no projeto de Reforma Administrativa que foi apresentado pelo Governo Estadual (LC 741). Com isso, Santa Catarina formará sua estrutura de controle interno, nos moldes do que é indicado nacional e internacionalmente.

Outro PL igualmente importante trata da carreira dos servidores que trabalham na atualmente na CGE/SC. Efetivamente, o trabalho que é realizado hoje não pode parar. Os auditores internos cedidos para a Controladoria desenvolvem dezenas de atividades de monitoramento do dinheiro público. Naturalmente, a criação formal e definitiva do órgão fortalecerá o controle, além de modernizar a Administração Pública.

Consulte o documento com “Cinco motivos para aprovar os PL’s da nova CGE”

Os deputados estaduais visitados, durante o mês de novembro, foram : Neodi Saretta (PT), Marlene Fengler (PSD), Moacir Sopelsa (MDB), Ana Carolina Campagnolo (PSL), Kennedy Nunes (PSD), Milton Hobus (PSD),  Ivan Naatz (PV) e Fabiano da Luz (PT). 

Augusto Piazza fará palestra sobre superação e colaboração nas relações de trabalho

No próximo dia 26 de novembro, o auditor interno do Estado Augusto Piazza fará a palestra sobre “Fora da Curva – quando a colaboração ultrapassa limites”. Com base na sua história pessoal, ele compartilhará um pouco da sua trajetória profissional e da colaboração nas relações de trabalho. O evento ocorre no Auditório da ACATE (Primavera Garden, SC-401), em Florianópolis, às 19 horas. Para participar é preciso confirmar presença pelo WhatsApp : (48) 99110. 7274.

Superação é uma palavra importante na vida de Augusto. Ele sofreu um acidente de carro aos 23 anos de idade, que ocasionou uma lesão na medula deixando-o tetraplégico, além de permanecer um longo período na UTI e hospital. Hoje em dia, ele mantém uma rotina de trabalho intensa, com expedientes que começam às 7 horas – com as sessões de fisioterapia – e terminam às 19 horas.

Gaúcho de Caxias do Sul, Augusto mudou-se para Florianópolis em 1992 com a família. Formou-se em Administração de Empresas pela Univali (Universidade do Vale do Itajaí) e trabalhou por algum tempo no setor privado. Na administração pública, durante oito anos, ele foi diretor da Auditoria Geral de Santa Catarina, onde ele liderou uma equipe de 60 auditores internos. Na sua gestão, a categoria passou por importantes transformações que a consolidaram como uma das mais promissoras da Administração Pública. É unânime o entendimento que o trabalho de Augusto é um divisor de águas, que serviu para desenvolver uma outra lógica de trabalho: deixar de apenas fiscalizar, para colaborar na prevenção.

Durante esses anos, os números também são expressivos. De 2011 até 2017, a Auditoria Geral gerou uma economia real de mais de R$ 179,21 milhões, entre retornos financeiros viabilizados, desembolsos evitados e créditos a ressarcir aos cofres públicos. O valor é resultado do trabalho de acompanhamento rigoroso da equipe chefiada por Augusto, por meio de relatórios, revisões de contrato e editais, inspeções e atendimentos.

“Meu objetivo principal é mostrar que o universo pode conspirar a nosso favor sim, mas só se a gente lutar, aceitar ajuda, colaborar e mantiver a mente aberta”, afirma.

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Você também pode agendar uma palestra do Augusto na sua empresa ou associação. Empatia, inclusão, colaboração e como aplicar essas habilidades no dia a dia com os colegas de trabalho são algumas das abordagens. Casos reais que fazem a plateia se emocionar e rir são transformados em lições práticas que podem ajudar no convívio entre as equipes. Entre em contato.